Visão de futuro

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1. Em 2017 o Governo do Partido Socialista aprovou uma lei que estabelece a programação dos investimentos na modernização e operacionalidade das forças e serviços de segurança. Um investimento de mais de 454 milhões de euros, com uma parte muito significativa para os postos territoriais.
2. Há muito que todos reconhecíamos o estado de degradação do posto de Cucujães e de Cesar.
3. Em 2017, quando tomámos posse, não havia nada sobre isto. Sensibilizou-se o Governo, criou-se o projeto, iniciaram-se e concluíram-se as obras. O posto entrou agora em funcionamento num edifício requalificado, preservando também o nosso património.
4. Mas nestas coisas não há tempo a perder. O posto de Cesar, um dos mais degradados do país, esteve praticamente condenado ao encerramento. Não estava prevista a sua manutenção. Mais uma vez, foi a enorme persistência da autarquia e da junta de freguesia que o conseguiram. Concluído e aprovado o projeto, venham as obras. Não se preocupem se alguns acham que é eleitoralismo. Queremos é também este posto a funcionar. É o que importa.
5. São apenas dois bons exemplos do tempo que decorre entre uma vontade, fazer um projeto, conseguir financiamento, iniciar e concluir obras e poder finalmente tê-las ao serviço das pessoas. Por isso é que o tempo é precioso. Não há tempo a perder, num concelho em que não havia projetos.
6. É também por isso que a resposta que o Sr. Presidente do PSD local entendeu dar ao meu último artigo é mais uma vez deselegante. Porque se resigna a dizer mal de tudo e de todos, quando passou anos a dizer que tudo estava bem. E porque confunde necessidades reais do concelho com eleitoralismo. Talvez no próximo artigo possa falar também de resignação e eleitoralismo, dando o exemplo do antigo centro de saúde em pleno centro da cidade, ou muitos outros que lhe posso sugerir. Porque sobre o que importa, há muito tempo que estão também resignados.
Bruno Aragão,  presidente da comissão política concelhia do PS