“Sei o quanto custa trabalhar”

ADN Oliveirense com HELENA TERRA > Carlos Silva iniciou percurso laboral aos 17 anos

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O empresário Carlos Silva, atualmente membro do Conselho de Administração do grupo empresarial Moldoplástico e Plásticos Joluce, tem um longo percurso profissional que começou desde tenra idade. “Quando faço algo, faço-o de corpo e alma. Foi sempre um dos meus segredos”, declarou o administrador oliveirense, acrescentando que ser um bom gestor é “estar próximo das pessoas”.

Aos 17 anos, quando concluiu o Ensino Secundário, a primeira experiência laboral que Carlos Silva teve foi no jornal Correio de Azeméis. Durante uma semana, assumiu a função de revisor de texto e, entretanto, foi convidado para trabalhar na Moldoplástico na área da programação. “Sempre fui uma pessoa dinâmica e sempre me considerei inteligente. Sei o quanto custa trabalhar”, sublinhou, realçando que passou por vários departamentos da empresa até que, em 2008, foi desafiado para dirigir a Plásticos Joluce, uma das empresas do grupo, como diretor-geral.
Hoje em dia, apesar de ser reconhecido como empresário, Carlos Silva também enveredou pelos trilhos da política. Em 2009, foi eleito presidente da Junta de Freguesia de Santiago de Riba-Ul, uma experiência que o empresário considerou enriquecedora a nível pessoal, a nível de proximidade com a população e a nível de reconhecimento, fruto do trabalho que realizou enquanto autarca. Quatro anos depois, tornou-se presidente da União das Freguesias de Oliveira de Azeméis. No entanto, relembrou com carinho a primeira experiência que teve em Santiago de Riba-Ul. “Gostei muito porque foi, de certa forma, uma surpresa [ser presidente], uma vez que foi a minha primeira experiência autárquica. Despertou em mim o sentimento de fazer algo pela minha terra, pelo que todo o trabalho foi motivo de grande orgulho”, refletiu Carlos Silva, acrescentando que, atualmente, não tem interesse em candidatar-se às próximas eleições, uma vez que está concentrado na sua vida profissional.
Uma vez que presidiu à Junta de Santiago de Riba-Ul, Carlos Silva tem uma opinião firme em relação à agregação de freguesias. “Sou a favor de uma reorganização administrativa. Sempre me mostrei favorável, mas não com o atual tipo de condições lamentáveis das Juntas, sem meios e recursos”, realçou. “Sou a favor de que as Juntas sejam em menor número, mas que não haja extinção das freguesias; elas são as nossas raízes, a nossa essência e a nossa identidade”, descreveu.

“Helena Terra, uma opção credível para presidente da Câmara”

No início do programa ‘O ADN Oliveirense’ com Helena Terra, Carlos Silva elogiou a moderadora. “Apesar de não ter sido um relacionamento considerável durante o tempo em que fui presidente da Junta de Freguesia em Santiago de Riba-Ul, na altura que a Helena Terra era vereadora na Câmara Municipal, a verdade é que sempre apreciei a sua frontalidade e muitas das suas ideias”, declarou o administrador. “Só me vem um nome à cabeça para as próximas eleições: Helena Terra”, considerou, descrevendo a moderadora como uma opção “credível” e com “capacidade” para assumir uma posição enquanto presidente da Câmara Municipal.