Trabalhar Para Mudar

Bloco de Esquerda

Diogo Barbosa *

A entrada no novo ano traz-nos novamente um período eleitoral, fundamental para os próximos anos na vida dos portugueses. Com a pandemia a atingir novamente o país em força, e Oliveira de Azeméis não é exceção, este processo eleitoral revela-se fundamental nas escolhas a serem feitas pelos eleitores para sairmos desta crise pandémica, que parece cada vez mais adensar-se, com setores da economia a não saberem se irão conseguir sobreviver a mais uma machadada provocada pela Covid 19.

Para conseguirmos ultrapassar em conjunto esta crise é necessária cada vez mais força à esquerda. Essa força virá do voto dos portugueses. Aliada à crise pandémica, atravessamos também uma crise climática com contornos cada vez mais perigosos para a própria sustentabilidade do ser humano. Dessa forma, a força da esquerda será a força concreta no combate às alterações climáticas, com o Bloco de Esquerda a ser a força que tudo fará para colocar em prática e aprofundar a recente Lei do Clima. Isto exige um forte combate às atuais rendas existentes para o setor da energia, exige que se pensem e criem os novos empregos do setor do clima, exige que haja uma participação alargada da população em toda esta transição, sendo importante combater a cada vez maior litoralização do país, investindo em programas de valorização do interior do país, criando uma maior coesão territorial.
Estas são apenas algumas das decisões que os portugueses terão que tomar no próximo dia 30 de janeiro. Aliadas a estas matérias temos o líder do maior partido da oposição, Rui Rio do PSD, a humanizar o discurso da extrema direita, trazendo os fantasmas do passado tão funesto que Portugal teve durante o Estado Novo. Temos os novos partidos à direita a defenderem o fim do salário mínimo nacional, a proporem uma quase extinção do SNS, a proporem o fim da escola pública. 
Nos próximos espaços de opinião irei trazer aquelas que são algumas das propostas do Bloco de Esquerda para esclarecer os nossos eleitores. Por último, dizer só que a nossa arma mais valiosa aliada às ruas é a arma do voto. E só o voto consciente irá impedir o surgimento da extrema direita e da direita conservadora como alternativa para o país. 
São as nossas vidas e a nossa liberdade que estão em jogo dia 30. 

 * Porta voz da Concelhia do BE

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