“Preferem estar em más condições do que terem de sair”

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Funcionários Judiciais contra a saída de serviços de justiça

O Sindicato dos Funcionários Judiciais convocou, no passado dia 18 de outubro, todos os funcionários judiciais do Palácio da Justiça de Oliveira de Azeméis, para um plenário, onde foram discutidos vários assuntos, entre os quais a discordância destes mesmos funcionários da deslocação dos Juízos de Execução e do Tribunal do Trabalho, para outro concelho.

Na reunião esteve a Secretária Regional do Sindicato dos Funcionários Judiciais, Helena Oliveira, que auscultou todos os presentes que manifestaram a sua vontade de “não quererem sair deste tribunal [Tribunal do Trabalho e os Juízos de Execução]”, apontou em declarações à Azeméis TV/FM.
De acordo com Helena Oliveira a deslocação destes serviços para outro local, iria implicar a um constrangimento na vida destes funcionários. “As pessoas têm as suas vidas organizadas em Oliveira de Azeméis, muitos deles são de fora, existe quem venha de São Pedro do Sul. Podem pensar que é perto, mas para quem já vem de tão longe, fazer mais 6/7 km sem ter transporte, iria onerar muito mais o seu custo de vida”, acrescentando que agora o próximo passo é levar esta manifestação de “não vontade” da parte destes funcionários judiciais a conhecimento do Ministério da Justiça.
Relativamente ao edifício do Tribunal do Trabalho a secretária regional do sindicato apontou a dura crítica ao governo de querer descolar um serviço, em vez de requalificar o edificado, que pertence ao estado. “O edifício do Tribunal do Trabalho já está sinalizado há muito tempo, pertence ao ministério, portanto os funcionários judiciais são uma parte interessada no problema, também se devia olhar para eles, são pessoas, não são números. É esta solução economicista que o Governo tem levado de ser mais fácil descolar o serviço para outro local, em vez de fazer o trabalho de fundo necessário, que vamos contestar ao Ministério da Justiça”, vincou aos microfones da Azeméis TV/FM.
Por fim, Helena Oliveira questionada sobre a intenção do edifício do Tribunal do Trabalho passar a albergar os Juízos de Execução após as obras, a secretária revelou que esse também foi um dos temas discutidos em plenário, onde “ninguém se opõe”, a parti do momento que se façam as obras.

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