Palmacenses querem “freguesia melhor”

Freguesias Palmaz

‘Movimento Cívico’ promoveu refelxão

Decorreu no passado sábado, 30 de abril, o ‘Movimento Cívico: Palmaz, séc. XXI’, que promoveu o primeiro encontro ‘Refletir e Promover Palmaz’. O evento aconteceu nas instalações da antiga Junta de Freguesia de Palmaz. Eduardo Martins e Artur Costa, dois dos organizadores desta ideia, deram uma entrevista à Azeméis TV/FM, onde contam todos os pormenores desta iniciativa

O principal impulso do movimento cívico
“O movimento é formado por um conjunto de cidadãos que desde há muito desejam que Palmaz faça parte dos roteiros do concelho. Que acima de tudo seja uma terra promovida, conhecida pelo seu grande território extraordinário, paisagístico e ecológico. Ao longo deste tempo tem sofrido algumas situações de uma menor visão relativamente às suas grandes necessidades. É uma terra que tem muitas fragilidades, especialmente ao nível dos transportes, a nível ambiental. Por exemplo, basta recordar a gravíssima poluição do rio Caima, que continua sem qualquer tipo de resolução (...) isto limita, profundamente, o desenvolvimento económico e social, além de não termos também no século XXI, na área metropolitana do Porto saneamento básico, água potável de rede (...). Aquilo que queremos é sensibilizar o poder autárquico e central para a grande potencialidade desta terra e acima de tudo encontrarmos, num clima de diálogo, uma solução, ou pelo menos, um caminho, que permita que Palmaz esteja ao mesmo nível de outros territórios.”

“Nós não vamos fazer nada para a população, vamos atuar com a população”
“Este é um encontro de cidadãos ativos, conscientes, colaborantes e que querem em conjunto refletir as fragilidades, analisar quais são as possíveis soluções e encontrar efetivamente alguns caminhos que nos façam menorizar tudo aquilo em que nos encontramos. (...) Além de tentarmos melhorar a terra em várias circunstâncias, também queremos atuar com a população. Do ponto de vista da cidadania e desenvolvimento, criar maior coesão social e encontrarmos um caminho muito colaborante com as autoridades autárquicas.”
Eduardo Martins, da organização do movimento cívico de Palmaz

Um movimento independente livre de cores partidárias
“Cada um de nós tem a suas tendências políticas (...) Mas não queremos estar pela nossa cor política. Nós queremos estar por Palmaz, pelos desígnios que queremos alcançar. (...) Nós queremos que seja apartidária porque queremos é que possa envolver todas as pessoas independentemente dos partidos ou mesmo que não liguem a política. A nossa intenção é conseguir que o maior número de habitantes de Palmaz se junte a nós. (...)”
Artur Costa, da organização do movimento cívico de Palmaz  

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