O Porto tem de ficar mais ‘perto’!

Destaques Opinião

Eduardo Costa *

Vamos perder a oportunidade?

Ligar por via ferroviária direta o nosso concelho à capital da região norte, o Porto. Esta é uma vontade e uma esperança de há muito (demasiado) tempo. Não podemos continuar a ter o automóvel ou autocarro como única opção, para fazer esses 40 kms.

Com o plano ferroviário nacional, patrocinado pelos fundos europeus, para se manter até 2050, acreditávamos que, finalmente, seríamos contemplados. Reconvertendo a ‘linha do Vouga’.
Custa a aceitar que não estejamos incluidos! A norte, a Área Metropolitana do Porto tem ‘Metro’ até à Póvoa. Os concelhos a sul (Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Santa Maria da Feira) não tem acesso ferroviário direto - e parece que assim vamos continuar. Injusto e incompreensível!
Não está correto continuar a obrigar uma família a pagar uma casa no Porto para o seu filho estudar. A apenas 40 kms de distância! Não está correto ficarmos sem acesso direto à capital da AMP, em alternativa ao automóvel. O sul da área metropolitana a que decidimos pertencer continuará ‘longe’ da capital natural da região.
O plano estratégico está em discussão pública. Termina em fevereiro. Vamos observar a decisão e o empenho dos líderes políticos destes três concelhos mais atingidos. Queremos acreditar que, juntando esforços, consigam incluir no plano ferroviário, em discussão, o nosso acesso ferroviário direto ao Porto. 
Da parte da nossa comunicação social vamos eleger esta causa como justa, necessária, procurando contribuir para o debate público e, se possível, a correção em tempo útil desta errada opção. 
EDUARDO COSTA, Diretor
 

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