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Correio de Azeméis

25 Oct 2021

“Não existe falta de médicos de família”

Concelho

A questão da falta de médicos de família no concelho de Oliveira de Azeméis tem sido abordada recentemente. Primeiro, pela candidata da coligação ‘Pelas Pessoas’, Carla Rodrigues, nas últimas eleições autárquicas. Depois, pela deputada social-democrata Helga Correia, que levou este assunto à Assembleia da República, acusando “o governo de não cumprir o que está regimentalmente estabelecido, ao deixar o grupo parlamentar do partido sem resposta à pergunta feita em julho último sobre o número de utentes sem médico de família em Oliveira de Azeméis”. Joaquim Jorge, actual presidente da Câmara, na qualidade de candidato do PS, disse no debate promovido pelo Grupo Correio de Azeméis que não havia falta de médicos de família. Interpelado pelo Correio de Azeméis, o diretor executivo do Agrupamento de Centros de Saúde (ACeS) de Entre Douro e Vouga II – Aveiro Norte, Miguel Portela, não respondeu em tempo útil ao nosso jornal, mas, segundo outro órgão de comunicação social, o mesmo revelou que “não há falta de médicos de família no concelho de Oliveira de Azeméis, apesar de haver unidades de saúde com falta de vagas”. “Neste momento, estão inscritos aproximadamente 65.558 utentes nas unidades de saúde do concelho de Oliveira de Azeméis e não existe, no momento, falta de médicos de família nas unidades de saúde do ACeS Aveiro Norte, estando todos os lugares preenchidos neste momento”, adiantou Miguel Portela. Face ao aumento “constante” da procura de médicos de família, o diretor executivo do ACeS Aveiro Norte afirmou que já pediram à Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte para “acrescentar mais um médico de família” no concelho de Oliveira de Azeméis. “Os médicos são colocados duas vezes por ano, aquando da realização dos concursos, e as necessidades são articuladas atempadamente com a ARS Norte para irmos suprindo as saídas e aposentações de médicos do ACeS Aveiro Norte. Nenhum médico que peça alteração de local de trabalho para outra região do país é libertado, sem antes ser substituído por concurso de colocação de novos especialistas”, explicou Miguel Portela.

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