Juízos de Execução “nada está decidido”

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Oposição mostrou-se dececionada com a informação sobre a reunião da câmara municipal com o ministério

> Em novembro a tutela vem a Oliveira de Azeméis para avaliar a situação

O presidente da câmara, Joaquim Jorge, na reunião de câmara a 29 de setembro, anunciou, que da reunião feita no Ministério da Justiça no dia anterior, “nada está decidido” em relação, à suposta, mudança do Juízos de Execução para outro concelho.

Da mesma reunião ficou ainda esclarecido, de acordo com o presidente da câmara, que o Ministério da Justiça mantém o interesse de querer requalificar o edifício do Tribunal do Trabalho “para aí alojarmos, os Juízos de Execução”, prosseguiu o edil, ao finalizar com a anúncio de que a tutela virá a Oliveira de Azeméis em novembro para avaliar a situação do Tribunal do Trabalho e do Juízos de Execução.
Carla Rodrigues, vereadora do PSD, considerou estas informações dececionantes “e certamente o presidente também não terá vindo muito animado com essas novidades, porque o facto de nada estar decidido não nos tranquiliza minimamente, o que gostaríamos é que já estivesse decidido, que nenhum serviço do tribunal saia de Oliveira de Azeméis e que as obras vão avançar, lamentamos que a tutela mantenha a câmara e os oliveirenses nesta indecisão”, vincou. 
Em resposta ao anúncio da visita da tutela, em novembro, ao munícipio, a vereadora social-democrata, também descarta que isso seja algo positivo, ao mencionar que essas visitas já foram feitas “dezenas de vezes e até hoje não houve nenhuma decisão”, portanto, “temos de intensificar a nossa pressão e a nossa intervenção, porque nada disto tranquiliza Oliveira de Azeméis.”
Ao contrário da vereadora da oposição, o presidente, Joaquim Jorge, após estas declarações, afirmou estar tranquilizado, “porque aquilo que era dito era que ‘não havia nada a fazer’ , ‘estava tudo perdido’ , ‘já íamos tarde’ e ‘era uma decisão certa’, acontece que eu venho tranquilo porque não há nenhuma decisão certa, e se nós não confiarmos nas instituições então mais vale acabar com elas (…). A vinda da tutela significa que existe disponibilidade para em colaboração e articulação com a câmara municipal encontrarmos respostas para que os Juízos de Execução se mantenham no nosso concelho e se façam as obras no Tribunal do Trabalho”, concluiu.

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