Contrariar pensamentos automáticos negativos rumo à tranqulidade

Saudável(mente) com a Dr.ª Fanny Martins

Saudavel(mente) com a dr.ª Fanny Martins (#Episódio2)

No segundo episódio do ‘Saudavel(mente)’, o programa da Azeméis TV/ FM, com a Dr.ª Fanny Martins, hipnoterapeuta, falamos sobre Pensamentos Automáticos Negativos (PAN). Descubra técnicas eficazes de transformá-los e viver mais tranquilo e feliz. “Uma curiosidade sobre estes pensamentos é que quanto mais os queremos evitar, mais os fortalecemos”, referiu Fanny Martins. 

Afinal, o que são os Pensamentos Automáticos Negativos (PAN)?
“Por vezes, inesperadamente, somos assolados por um pensamento automático negativo. Eles ativam em nós medos, e são bastante limitadores. Há situações que pressupõe mais o ser humano a tê-los, como casos de stress pós-traumático, transtornos obsessivo-compulsivos, depressão, e que acabam por causar pensamentos ruminantes”.

Neurónios, os responsáveis principais pelos pensamentos
“Nós, seres humanos, pensamos, sentimos e temos memória graças aos nossos neurónios. É graças a eles que o nosso cérebro funciona tão lindamente, mas eles não conseguem trabalhar sozinhos. Cada neurónio que temos liga-se a mais ou menos mil neurónios vizinhos, e são estas cadeias neuronais que vão criar os PAN”. 

O cérebro como produtor de pensamentos
“No nosso corpo cada órgão tem uma função, assim como fígado segrega a bílis, o cérebro produz pensamentos (…) O que temos de ter em consideração é que o nosso pensamento é inócuo”. 

Um exemplo prático
“Por exemplo, eu sinto o cheiro de uma lareira e esse cheiro produz em mim um pensamento, que pode ser bom ou mão. Podemos pensar num magusto, ou na nossa avó que já faleceu, dependendo de pessoa para pessoa. O problema não é o pensamento em si, é o significado que o ser humano lhe atribui”.   

Que estratégia podemos utilizar para contrariar os PAN?
“O que temos de fazer é tomar consciência de que estamos a ter um PAN e transformá-lo noutro tipo de pensamento, que se chamam os pensamentos racionais alternativos. A racionalidade também é precisa (…) Uma dica que eu faço é deixar um lembrete carinhoso para ativar uma estratégia, que pode ser, por exemplo, a gratidão”.  
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