Construir o futuro

CDS

António Pinto Moreira *

Esta coluna seria desejavelmente para os partidos políticos com assento na Assembleia Municipal falarem e tratarem do a que a nós oliveirenses nos diz respeito. Mas também nos dizem respeito os aumentos brutais dos bens essenciais para o dia a dia e dos combustíveis que precisamos para trabalhar, os quais são exemplos de situações para as quais não contribuímos, mas que dizem respeito a uma guerra de um narciso contra um povo.

Na semana passada escrevi sob a ideia “a leste nada de novo”. Acrescento que os russófonos são pessoas de bem, mas não conseguem ser comandados por gente de bem. Estamos mesmo aqui ao lado, por isso temos de levar isto a sério.
No século passado a Europa viu-se devastada por duas guerras e foram os Estados Unidos que tiveram de nos vir socorrer. A justificação mais óbvia é que, sozinhos, não nos conseguíamos defender. 
Estamos a assistir a mais do mesmo, um país ao nosso lado está a ser arrasado, a capital está cercada e só não se consegue saber quantos dias faltam. E se um dia destes aterrar um míssil na Polónia, na Estónia ou na Roménia, estamos “fritos”. 
A Europa rica, culta, cristã, moderna e democrata tem vivido em “soft politic” e na visão de um mundo perfeito, em que não precisamos de nos defender, basta a diplomacia. Chegamos à conclusão que não é bem assim.  A NATO é uma organização que visa a defesa, mas tem dependido do dinheiro dos EUA. Mas, quer Trump, quer agora Biden, querem pagar muito menos e querem as suas tropas no exterior de volta a casa. Portanto, a Europa tem de contar cada vez mais consigo própria para a sua segurança, que é dizer a sua existência. Estou a falar no desenho e na prossecução de uma política militar concreta e necessária para a Europa ocidental democrata. Senão, basta um maluco com armas nucleares avançar na nossa direção e ficamos “à rasca”. 
 * Presidente da comissão política Concelhia do CDS-PP

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