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Correio de Azeméis

27 Jan 2022

Casa do Benfica quer pavilhão

Exclusivos Desporto

> CARLOS MESQUITA E O NOVO MANDATO

No passado mês de dezembro estiveram presentes no estúdio da Azeméis TV/FM, no programa ‘Desporto em Análise’, a mais recente direção da Casa do Benfica de Oliveira de Azeméis. Apesar de nova direção, as mudanças foram superficiais.

Carlos Mesquita continua como presidente, acompanhado pelo também já conhecido Aníbal Fernandes, vice-presidente. A novidade é o cargo de presidente da assembleia geral, ocupado atualmente por José Antunes. As ambições são bastantes para os próximos três anos, mas como os mesmo explicam o caminho até aqui não foi fácil.

Presidente para a “Casa não fechar”
“Sinto-me mais cansado e mais velho por ter assumido esta responsabilidade mais três anos que era uma coisa que eu não queria. Andei a fugir por vários caminhos, mas não consegui. No entanto, depois de muito insistirem comigo, vi-me na obrigação de assumir novamente o cargo, porque se não a casa fechava e as modalidades terminavam. E eu pensei: as modalidades custaram-me tanto sacrifício, a mim e ao Aníbal Fernandes. Investimos tanto trabalho e tempo a criar todas as condições para os nossos atletas e isso foi o que levou a aceitar novamente o lugar de presidente.”
Carlos Mesquita, presidente da Casa Benfica


130 atletas num pavilhão e a falta de espaço
“Temos 130 atletas inscritos e um espaço muito reduzido para conseguir trabalhar, chegámos a ter cerca de 40 atletas a treinar à mesma hora no mesmo pavilhão, o que se torna numa tarefa difícil. Acho que cada vez mais os jovens têm competência para o desporto, por isso se tivéssemos condições melhores iríamos conseguir captar muitos mais atletas. Esta deve ser uma das posturas que os responsáveis autárquicos devem tomar, já que criaram condições para o futebol com os campos sintéticos, está na hora de se virarem para os polidesportivos. Atualmente temos voleibol e basquetebol, queríamos criar mais modalidades, mas não podemos, é impossível por causa do espaço reduzido.”

O sonho que teima em não sair do papel
“Um dos grandes objetivos deste mandato é ter instalações próprias, da minha parte a direção tem todo o meu apoio. Não vai ser nada fácil erguer uma obra destas, já vi muitas coisas pequenas a se tornarem grandes, mas o inverso também. Se a câmara municipal disponibilizar o terreno, se os empresários oliveirenses ajudarem, e nós já tivemos provas disso em alguns jantares que fizemos com algumas pessoas que estarão disponíveis. Com um bom projeto e bem feito, com o apoio do Benfica, que sabemos que é grande e que eles podem abrir portas que mais ninguém possivelmente no país consegue abrir, podemos avançar com a ideia. É muito difícil, mas sonhar acho que vale a pena.”
José Antunes, presidente da assembleia geral da Casa Benfica

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