Câmara apresenta estudo sobre recolha de biorresíduos

Concelho

A Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, apresentou um estudo para o desenvolvimento de sistemas de recolha de biorresíduos no município. A sessão, online, aconteceu na sequência da aprovação de um financiamento através do Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente e da Ação Climática. A vereadora Inês Lamego começou por explicar que os biorresíduos se dividem em dois grande grupos — os alimentares e os verdes —, e que este projeto financiado “é o início da caminhada, que ainda não se vai estender a todo o concelho”. “O projeto visa, inicialmente, a entrega de resíduos verdes, como restos de podas por exemplo. Em relação aos alimentares vamos começar por uma localização piloto que pretendemos depois estender ao resto do concelho”, afirmou. Os resíduos verdes serão recolhidos através de contentores na via pública e depois, em algumas freguesias, serão colocados outros contentores de maiores dimensões que “irão servir de apoio”. Relativamente aos resíduos alimentares, de acordo com Inês Lamego, “será feita uma recolha porta a porta dos mesmos em cerca de 3600 alojamentos”. Para o início deste projeto serão contempladas algumas partes das freguesias que são servidas diariamente com uma recolha do lixo indiferenciado, sendo que a ideia é “poder substituir os circuitos de recolha de indiferenciados por circuitos dedicados à recolha de biorresíduos”, considerou a vereadora. Na apresentação, João Vaz, um dos elementos participantes neste estudo, revela que foi feita uma “otimização da recolha de resíduos alimentares nos alojamentos , encontrando soluções personalizadas”. “Queremos dar a possibilidade às pessoas, especialmente as que têm moradia, de tratarem dos seus próprios resíduos. Estão previstos 1500 contentores domésticos e ainda a implementação da compostagem comunitária”. João Vaz alertou, no entanto, que “a chave do desafio, nos próximos anos, será a adesão das pessoas, o que tem que passar muito pela sensibilização”. Sobre a forma como esta iniciativa se vai estender a todo o concelho, a vereadora revela que “o que se pretende é que seja feita da melhor forma e que tenha o menor custo possível”. “Numa fase inicial, os custos para o município serão elevados, no entanto o valor pode ser diminuído se houver muita gente a aderir. Este projeto vai contribuir também para sermos um concelho mais eficiente”, acrescentou.

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