“Boas ideias não ficam sem financiamento”

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> MINISTRO Manuel Heitor visitou a ESAN

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, visitou, na passada sexta-feira, a Escola Superior Aveiro-Norte (ESAN) onde conheceu o projeto de ampliação da instituição e discutiu, também, a necessidade de criação de residências universitárias.

O investimento de cerca 60 milhões de euros que resultará na construção de nove edifícios a juntarem-se às atuais instalações da ESAN, e que incluirão, entre outras coisas, uma ‘Fábrica do Futuro’, ou seja, um centro de desenvolvimento e testagem de ideias e projetos criados por alunos e empresas do concelho. Manuel Heitor não ficou indiferente à proposta e garantiu que o mesmo tem potencial para captar “fundos europeus”.
Consigo, o ministro da Ciência trouxe, ainda, uma novidade: o lançamento de um aviso de candidatura ao PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) para construção de residências universitárias. No entanto, o mesmo refere que há uma dotação de 400 milhões para o país, mas exige que as edificações estejam prontas até 30 de junho de 2026, sob pena dos “fundos atribuídos terem de ser devolvidos”.
Manuel Heitor salientou, também, que as candidaturas teriam como principal fator de seleção a inovação. Apesar de apresentar a construção modular como preferencial, esclareceu que a vertente inovadora podia ser na “área ambiental” e em “termos de eficiência energética”, por exemplo. No entanto, o que pareceu mais importante para o ministro é “ter uma boa ideia”: “Não vejo boas ideias a ficarem sem financiamento”, concluiu. 

 

Autarquia prevê recuperação da antiga casa da Quinta do Comandante para residências universitárias
Depois da intervenção do ministro nesta visita, sobre o lançamento do aviso do PRR para construção de residências universitárias, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Joaquim Jorge, admitiu que a antiga casa da Quinta do Comandante é uma possibilidade muito real para o efeito. A ideia do município é a requalificação do edifício e a instalação de, no mínimo, 18 camas, número que poderá crescer com a criação de novas soluções. 
Esta ideia vai ao encontro do objetivo da autarquia em “reabilitar e readaptar edifícios no centro da cidade” que contribuam para a sua dinamização. “Temos de analisar bem o aviso”, referiu Joaquim Jorge.

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