Bebiana Silva no comando financeiro da IPLAZ

Exclusivos Entrevistas - ADN Oliveirense com Helena Terra Concelho

convidada do Programa ‘ADN oliveirense’ da azeméis tv/fm

Bebiana Silva, atual diretora financeira da IPLAZ, esteve à conversa com Helena Terra, no programa ‘ADN Oliveirense’. Um ADN de empreendedora, que passou de geração em geração do seu avô António da Silva, fundador da IPLAZ. Uma empresa com quase 50 anos de história e que se dedica ao ensaio de moldes de injeção de plástico, pré-produções e produções de peças plásticas. Ao longo deste programa foram muitas as questões levantadas relativamente ao atual panorama empresarial e os problemas que têm vindo a emergir ao longo dos anos.

Bebiana Silva (em cima) lamenta que, ao fim de meio ano de trabalho, alguns funcionários façam de tudo para serem despedidos e ir para o fundo de desemprego

Mulheres no poder 
“Apesar de estar no mundo dos negócios ser mulher nunca foi um problema, a verdade é que esse caminho para mim foi mais facilitado pelo facto da minha mãe, CEO da empresa, estar já aqui dentro quando eu cheguei. Atualmente, nós temos na produção mulheres, mas há uns três/quatro anos não tínhamos, era maioritariamente homens e eu nunca senti dificuldade em gerir, ou seja, o estigma de eu ser mulher e ter que mandar em homens. Isto também porque a minha mãe sempre acabou por ter muito respeito e ela, sim, foi a primeira a quebrar esta barreira. No entanto, também é uma questão de impor limites. E eu nunca dei oportunidade a que esse tipo de situações acontecesse. Penso que cada vez mais diversas negociações, com fornecedores, clientes, entre outras, já existem muitas mulheres.”


O problema dos rendimentos de fundo de desemprego
“Ir buscar pessoas qualificadas ao mercado não é fácil, nunca foi, mas agora é muito pior. Mesmo mão de obra não qualificada é muito difícil. Nós pedimos ao Centro de Emprego, temos candidaturas espontâneas, mas hoje em dia as pessoas por cinco ou dez euros a mais trocam de emprego.  O interesse da maior parte das pessoas é trabalhar meio ano, ao fim desse período de tempo fazem de tudo para ir embora e fazem de tudo para serem despedidos para irem para o fundo de desemprego. Isto porque acaba por ser fácil para as pessoas conseguirem algum rendimento sem estar a trabalhar, então acabam por preferir essa essa opção. O que nos tem salvaguardado um pouco é a mão de obra estrangeira.”


Uma sugestão para facilitar a economia empresarial
“Os impostos são muito difíceis de gerir. Muitas vezes, o Estado até nos está a dever dinheiro, mas demora um ano ou dois anos. No entanto, se eu amanhã tivesse que pagar ao Estado eu tinha de pagar, mesmo o Estado estando a dever-me a mim. Era mais simples que existisse uma conta corrente, que se ia gerindo e as dívidas iam sendo abatidas com o valor que o Estado me deve. Era uma forma de facilitar financeiramente as empresas”.

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