Motivos de orgulho

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Eduardo Costa *

Um país pequeno pode ser grande se grandes forem os seus cidadãos.
António Guterres foi reconduzido no cargo de Secretário-Geral da ONU. Por unanimidade. Significa que honrou o cargo que desempenha desde 2017. Honra assim todos os portugueses. Ouvi há algum tempo o embaixador do Brasil dizer que Portugal, sendo um país relativamente pequeno, tem uma respeitável influência no mundo. Fiquei agradado com a observação. Mas, acho que a nossa influência internacional também tem muito a ver com os portugueses de “hoje”. A reeleição de Guterres é mais uma página da história que amplia o nosso prestígio internacional.
Mas, se lembramos o significado da prestação de conterrâneos em cargos de relevo internacional, temos que lembrar os muitos que nos têm honrado com a qualidade da missão que levam a cabo em nome de Portugal. As várias missões de paz onde participam os nossos militares não passam despercebidas. E igualmente contribuem para o prestígio que a todos nós orgulha. A mesma consideração vai para tantos e tantas que se notabilizam profissionalmente por esse mundo fora. Em plena competição europeia de futebol, temos presente que ostentamos o título de campeões da Europa. No deporto-rei também temos conquistado admiração à escala mundial.
Somos mais de 20 milhões de cidadãos portugueses espalhados pelo mundo. Temos motivos para uma grande auto-estima e orgulho no que significa ser “português”. Um “viva” aos “guterres” e “ronaldos” que contribuem para nos fazer um povo orgulhoso.
* jornalista, presidente da Associação Nacional da Imprensa Regional