Imobiliária Pasco já tem 35 por cento do prédio vendido – T2 e T3 “com maior procura”

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A construção dos novos apartamentos localizados na Avenida Ferreira de Castro, em Oliveira de Azeméis, a cargo da Pasco – Imobiliária, S.A., tem corrido conforme o previsto pela empresa. O empreendimento, constituído por dois blocos – o Bloco Norte e o Bloco Sul – já receberam imensas visitas e a proprietária da Pasco, Carolina Coelho, adiantou ao Correio de Azeméis que o Bloco Norte já se encontra em fase de acabamentos, enquanto o Bloco Sul, embora mais atrasado, está em fase de conclusão das instalações técnicas.
“Desde que iniciámos a comercialização dos apartamentos, há cerca de dois meses, que temos várias visitas diárias aos apartamentos e o feedback tem sido muito positivo”, afirmou Carolina Coelho. “No geral, as pessoas gostam muito da área dos apartamentos, das varandas, dos materiais escolhidos e dos pormenores estéticos como as sancas de iluminação nas salas e nos quartos, as portas e armários lacados a branco, o mobiliário e os eletrodomésticos de qualidade das cozinhas e, claro, a luz dos apartamentos”, descreveu a proprietária da imobiliária Pasco. Na tipologia T3, com mais de 200 metros quadrados, Carolina Coelho contou que as pessoas ficam “fascinadas” com a sala em open space com a cozinha. Para além desta área, os interessados apreciam o facto de a cozinha ter muita arrumação e uma ilha que faz ligação com a sala. “Diria que os T3 e os T2 são as tipologias com maior procura”, considerou a empresária.
Até à data, a Pasco – Imobiliária, S.A. já tem 35 por cento do prédio vendido, o que superou de “uma forma muito positiva” as expectativas da imobiliária. “Estou confiante que as vendas vão continuar a fluir como até aqui”, declarou Carolina Coelho. “Regra geral, quando as pessoas conhecem o andar modelo, ficam apaixonadas e demonstram muito interesse na aquisição”, apontou.
Com a empreitada a decorrer conforme o previsto, a proprietária da imobiliária aponta apenas um pormenor inquietante. “Face à conjuntura atual em que nos encontramos, preocupa-nos o facto dos materiais de construção estarem em constante aumento de preço”, referiu.