“Dá-nos uma maior segurança”

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A Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa efetuou a testagem dos alunos, docentes e não docentes da instituição à Covid-19, na quinta-feira, para um regresso às aulas e atividades não-letivas mais seguro. A medida inseriu-se no o Programa de Testagem CVP – Ensino Superior, promovido pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) e pela Direção-Geral da Saúde (DGS), em articulação com a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), tendo sido realizado um rastreio massivo.

“Dá-nos uma maior segurança e um maior conforto porque sabemos com quem estamos a trabalhar para que alunos e docentes estejam sem dúvidas da positividade ou não positividade à Covid-19”, afirmou o diretor da Escola Superior de Saúde, Henrique Pereira, em declarações ao Correio de Azeméis.
“Estamos a cumprir as orientações da DGS e da DGES, que determinam que as instituições de ensino superior devem testar colaboradores, professores e estudantes no regresso às aulas presenciais”, acrescentou, avançando que o regresso às aulas aconteceu ontem, uma vez que o passado dia 19 coincidiu com a Semana Académica da instituição.
Segundo as diretrizes, a testagem só será repetida caso o concelho oliveirense ultrapasse os 120 casos por 100 mil habitantes. “A nossa comunidade estudantil, e até porque estão num curso de saúde, é pacífica e adere bastante bem a estas iniciativas”, disse.
A responsável pelo programa de testagem da Cruz Vermelha Portuguesa na Escola Superior de Saúde, a professora Maribel Carvalhais, explicou que dois docentes da instituição, também enfermeiros, estiveram a realizar os testes, acompanhados de alunos de Enfermagem do último ano que estiveram a ajudar na logística. “Iniciámos este programa com uma formação que a Cruz Vermelha Portuguesa realizou a todos os que estão a colaborar nesta testagem”, esclareceu. “Há formas diferentes [de testagem] de acordo com a marca do teste rápido que estamos a realizar”, disse, anunciando que a Cruz Vermelha está a trabalhar com dois laboratórios.