António Pinto Moreira *

O CDS decidiu integrar uma coligação de centro-direita para as eleições autárquicas deste ano, com o parceiro natural de coligação, continuando a afirmar o CDS como a terceira força política em todo o nosso vasto concelho.
O atual executivo da UF de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz decidiu apresentar uma candidatura independente e desalinhar da estratégia do partido que os promoveu e elegeu há quatro anos.
Ora vejamos.
Foi proposto que para a Assembleia de Freguesia viesse em primeiro lugar a sigla CDS e só depois a sigla do parceiro de coligação, o PSD. Não aceitaram.
Foi proposto que podiam candidatar todos os atuais cinco membros no exercício, isto é, todo a junta continuaria a ser composta pela presidente Susana Gomes e mais quatro membros exclusivamente do CDS. Não aceitaram.
Portanto, não se percebe quais são efetivamente as suas motivações e razões para concorrerem contra o partido pelo qual foram eleitos em 2017, com uma campanha eleitoral que utilizou dinheiro da subvenção que o CDS recebeu, que é do erário público.
O CDS não nasceu nem existe para prejudicar a vida a alguém. Vamos a ver se daqui para a frente conseguimos perceber.

* Presidente da Comissão Política Concelhia do CDS-PP