António Gomes reeleito na direção da corporação oliveirense

Órgãos Sociais dos Bombeiros de Oliveira de Azeméis mantêm-se para os próximos três anos

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A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis elegeu os corpos sociais para os próximos três anos, nos quais não se registou qualquer alteração na liderança de cada órgão da associação. Num universo de 66 sócios votantes, a Lista A, a única a sufrágio, obteve 36 votos, 29 votos brancos e um voto nulo. O presidente reeleito da Assembleia Geral chamou a atenção para a mensagem explícita desta votação. “Aos órgãos sociais renovados, tomem atenção ao resultado deste ato eleitoral. Tenho a certeza absoluta de que estes órgãos sociais vão ter em atenção esta mensagem e vão conseguir ultrapassar com êxito qualquer problema que surja durante o seu mandato”, declarou José Godinho de Sousa.
José Godinho de Sousa foi reconduzido como presidente da Assembleia Geral, Helena Terra continua a ser presidente do Conselho Fiscal e António de Almeida Gomes permanece na liderança da direção dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis. Este foi o resultado das eleições que tiveram lugar na última Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis e José Godinho aproveitou a oportunidade para deixar uma mensagem clara a todos os envolvidos.
“Costuma-se dizer que em equipa que ganha, não se mexe. Esta é a mesma equipa do último mandato”, enfatizou o presidente da Assembleia Geral. “De qualquer forma, também é importante realçar a disponibilidade para servir. Não me canso de dizer que há dois tipos de servir: há aqueles que servem e há o servir”, sublinhou, acrescentando: “Aqueles que servem, fazem-no com dignidade, porque são profissionais, são apaixonados e têm disponibilidade de ajudar o outro. E há também aqueles que servem e se disponibilizam sem qualquer benefício remuneratório para poder ajudar o próximo”. Em jeito de conclusão, o presidente reeleito da Assembleia Geral enfatizou que os bombeiros portugueses são “bem formados” e “bem disciplinados”. “Existe companheirismo nos órgãos sociais para que haja, de facto, coerência com o companheirismo do nosso corpo operacional”, observou José Godinho de Sousa.

Marta Cabral