A&M Moldes valoriza toda a mão de obra

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A empresa A&M – Moldes para plásticos, localizada na freguesia de Carregosa, depende de uma mão de obra qualificada, mas, ainda assim, admite que a não qualificada é também importante.

“A empresa é dependente de mão de obra qualificada para efetuar a maioria dos trabalhos”, referiu o gestor de projetos, André Moreira, em declarações ao Correio de Azeméis, acrescentando que ainda assim “a não qualificada também tem lugar dentro da empresa”, uma vez que, ao dedicar-se à realização de trabalhos simples, liberta o trabalho especializado para tarefas que exijam mais competências.
Apesar de a entidade valorizar todos os trabalhadores, André explicou que “a mão de obra qualificada deverá sobrepor-se à não qualificada”, isto porque é o único caminho para atingir os objetivos a que se propõe, nomeadamente o equilíbrio entre o tempo de execução das tarefas e serem competitivos neste mercado.
A reger-se pela qualidade, o gestor adiantou que “a expansão [da empresa] para outro local nunca foi uma possibilidade” por exigir “uma estrutura forte o suficiente para efetivar uma expansão com qualidade”. A política da empresa “sempre passou por iniciar projetos com qualidade” e, se não tiverem garantias de que ficará bem feito, preferem não avançar.
Perante a situação que o país atravessa, devido à pandemia Covid-19, a empresa orgulha-se de não ter registado nenhuma situação de infeção. Desde o surgimento do vírus, adotou medidas preventivas, “com todos os cuidados” até hoje, “para evitar contágios dentro da empresa” e a sua propagação, algo que pretendem continuar a fazer, segundo informou André Moreira.