FUNDADO EM 05 DE OUTUBRO DE 1922

DIRETOR
ANTÓNIO MAGALHÃES

SUB DIRETOR
EDUARDO COSTA


9-8-2017,
> Pavilhão marca presença nas Festas há cerca de nove décadas
OLIVEIRENSES FAZEM FILA PARA COMPRAR FARTURAS COUTO

Mais um ano, mais uma presença: o pavilhão Couto enche o espaço com luz e um irresistível cheiro a farturas. E não há quem falte para comprar.


As mesas estão cheias, a fila é longa, mas a espera compensa, porque a satisfação é comum a todos os clientes. A estrutura-titã que é o Pavilhão das Farturas Couto já perdeu a conta aos anos que atende às festas de La Salette.

“O pavilhão começou com a minha madrinha, D. Firmina Couto”, conta Firmino Couto, atual proprietário do Pavilhão. “Ela veio para as feiras em 1927 ou 1928, portanto, deverá ter vindo para La Salette ou nesse ano, ou logo depois, no ano seguinte”, explicou.

Com ou sem precisão histórica, o que interessa é que as Farturas Couto marcaram várias gerações, tanto pelo valor gastronómico, como pelo valor inevitavelmente sentimental, concomitante à aura de reencontro e folia associado às festas. Bruno Neves assim o confirma. “Tenho um amigo que nos obriga, todos os anos, a vir à La Salette comer uma fartura Couto”, conta-nos o jovem emigrante, residente em Inglaterra há cinco anos. Linhas a que subscreve Álvaro Santos, de uma geração mais antiga, que acredita no valor benigno de “comer uma fartura e conviver um bocadinho.”.

Também os funcionários elogiam a casa. Henrique Marques, empregado há dois anos no Pavilhão Couto, assim o confirma.  “Gosto muito de trabalhar aqui, acho toda a gente muito simpática”, sublinhou, aproveitando para deixar um convite a todos os oliveirenses. “Desfrutem destas festas que são tão grandiosas e venham comer umas boas farturinhas. Aguardamos por todos”.

E aguardam mesmo. Até aqui, as farturas não pararam de sair e assim se espera que continue ao longo da próxima semana. Embora não seja isso o que move Firmino a constantemente revisitar Oliveira de Azeméis. “Fiquei com o negócio há sensivelmente seis anos, mas às festas de La Salette já venho há muitos. E digo o mesmo todos os anos: gosto muito de estar aqui em Oliveira de Azeméis, de conviver com as pessoas. Pela simpatia, pela forma como somos tratados. Felizmente, as coisas têm-se mantido idênticas com o passar do tempo”, confessa, lançando um apelo disfarçado de mensagem final. “Que os oliveirenses continuem a ter o gosto que têm tido, nestes últimos anos, pelas festas. Que continuem a ajudar a Comissão de Festas, que fazem um trabalho fantástico, em prol das festas e em prol de Oliveira de Azeméis, porque é merecido. E com certeza que, enquanto eu for vivo, será para continuar a vir cá. Enquanto me quiserem cá, claro”.


 




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